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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Noite perdida

Sozinha, esquecida
No meio deste jardim
Imóvel, perdida
Nesta noite sem fim
O vento sopra,
Os sinos não param de tocar
O relógio marca as horas
A tensão paira no ar
Olho para o imenso céu
Iluminado pela Lua
Por fim o tempo pára:
Não avança nem recua


Maria Patrocínio

2 comentários:

  1. Até hoje ainda não li um poema teu que não gostasse!
    Tens mesmo um dom (gigante) para a escrita!
    Espero que tenhas um óptimo futuro!
    Beijinhos

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  2. Tens um miminho para ti no meu blog http://setediaseumavida.blogspot.com/
    Beijinho grande *

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